Faltam 3 para o 46º – Juazeirense 1×2 Bahia

Páscoa é momento de confraternização, solidariedade e amor ao próximo. Por isso queria dedicar esse espaço para homenagear a Nação Tricolor e aos simpatizantes do time rival, deixar o meu colo amigo. Afinal, deve ser duro difícil passar um fim de semana sem assistir ao jogo do seu time, e ter de assistir o rival voar em céu de brigadeiro para o 46º. Feliz Páscoa a todos. 

Bahia e Juazeirense é aquele jogo em que você espera de tudo, menos um futebol. Criticar o campo do Adauto Moraes é chover no molhado, mas não tem como não falar. A bola quica mais que o coelhinho da Páscoa (em tempo, que diabo tem a ver coelho e ovo?). Além daquele piso de várzea ainda tem aquele sol infernal da bela Juazeiro. É tão quente que pela tela da tv a gente fica suando só de olhar. Tirando isso, o visitante, ainda tem de enfretar mais 11 jogadores acostumados com tudo isso. Aí complica um pouco mais.

Mas isso é tudo antes do apito do juíz, como disse meu amigo Barbosinha, grande goleiro dos bábas do antigo Seper Clube. Em campo o Bahia entrou quase completo, a exceção era Jeanzinho, e com gosto de gás. O Tricolor, como fez em todos os jogos (exceto contra o ECPP) dominou as ações, criava as chances e as bolas da Juazeirense chegavam sempre tranquilas nas mãos de Douglas Pires.

Numa bola alçada por Ferrugem o gramado (ou a falta dele) ajudou. A bola veio quicando como numa quadra de basquete e Maxi tirou o goleiro com um toque de cabeça. Depois, tocou no contra-pé do zagueiro que derrapou quase um metro querendo voltar. Mas não rolou. Era o Bahia inaugurando o placar.

Depois, numa falta despretenciosa pela lateral, Douglas Pires tentou dar uma de Seaman, em 2002, e se lascou. Quando tentou voltar veio atrasado e acabou jogando a bola pra dentro da pequena área. Era o empate do time dos caras.

Fim de primeiro tempo e o jogo terminava equilibrado, com os donos da casa empolgados.

Na volta pro segundo tempo, mais pressão do time da casa. O nosso goleiro não tava num dia bom e falhou mais duas vezes e quase foi fatal. Por sorte não tomamos a virada.

Mas quem não faz toma (ditado novo, né?). Num vacilo da zaga do Juazeirense, Thales rouba a bola e deixa Kieza de cara. Aí é saco, papá!

Bora Baêa Minha Porra! Quem quer ser campeão tem que ganhar em qualquer piso, contra qualquer sol e qualquer adversário que se apresente. Agora é esperar a volta, em casa, com mais tranquilidade, e pensar no Sport na quarta.

O Bi Campeão Brasileiro está cada vez mais perto de voltar a ser o Bi Campeão Baiano! Falta pouco…

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