Presidente do Vitória é contra investidores no futebol

Na semana passada, a Fifa anunciou que vai proibir que atletas sejam adquiridos por fundo de investimento e empresas, prática recorrente na Europa e América do Sul. A medida deve provocar uma forte mudança no mercado de transferências e o Brasil deverá ser um dos países mais afetados. Na opinião de Carlos Falcão, presidente do Vitória, o ideal seria a regulamentação.

 

“ Este é um tema muito polêmico. O Vitória vem montando seus elencos para Série A praticamente sem a ajuda de investidores e considerando a minha origem de homem de mercado financeiro, eu não posso ser contra o capital, então a linha que eu preferia que tivesse sido adotada era a linha da regulamentação, a linha da discussão. Acho o banimento uma decisão muito forte, muito pesada. Para o Vitória no curto prazo esses efeitos serão pequenos porque temos poucas participações de investidores em nossos atletas”, disse o mandatário Rubro-Negro, em entrevista ao SporTV.

 

O cartola Rubro-Negro aproveitou para pedir celeridade ao projeto de Lei de Responsabilidade Fiscal, que se encontra em tramitação na Câmara dos Deputados. O texto  institui um parcelamento especial das dívidas fiscais, estabelece novas práticas para a gestão dos clubes, cria um fundo de financiamento para iniciação esportiva e autoriza a criação de novas fontes de recursos para o esporte escolar.

“Não conheço ainda a regulamentação que virá, mas acho que isso vai gerar sim problemas ainda maiores, especialmente a curto prazo para os clubes. O importante agora é aproveitar este cenário para a gente avançar com a Lei de Responsabilidade Fiscal que está parada no Congresso e eu acho ela hoje ainda é mais importante do que ontem”, afirmou.

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