Setores VIPs das arenas vivem às moscas

O Futebol ainda resiste e continua sendo esporte popular mesmo com todo esforço que fazem através do alto custo do preço do bilhete de entrada em alguns estádios, notadamente após era das Arenas que reduziram para quase a metade os assentos disponíveis. E exemplo disso, é o completo abandono das áreas VIP criadas para atender os “torcedores” de maior exigência, digamos. O site maquina do Esporte, traz alguns números que demonstra o pouco interesse

O maior público do Campeonato, até o momento, foi entre Fluminense e Vitória, com promoção nos ingressos populares. Havia 50 mil pessoas no Maracanã, que geraram mais de R$ 600 mil. Na área mais nobre, o “Maracanã Mais Oeste”, apenas 245 pessoas, que geraram R$ 26 mil.

Isso se repetiu em diversos estádios. Melhor público do Cruzeiro teve 24 mil pessoas no Mineirão, mas 153 na “Inferior Vermelha”, com ingresso a R$ 130. No Beira-Rio, 28 mil em Internacional e Atlético Paranaense, e apenas 691 VIPs.

Em termos financeiros, há uma exceção. Em nenhuma partida, o Corinthians conseguiu lotar o seu setor mais nobre, a parte oeste de sua arena, com preços entre R$ 250 e R$ 400. Mas isso não significou pouca renda. No melhor cenário, 4,7 mil pessoas estiveram no local, o que rendeu R$ 667 mil.

Ainda assim, as cadeiras vazias são evidentes mesmo em jogos em que a Arena Corinthians está cheia. Contra o Palmeiras, clássico que gerou apreensão pelo risco de violência, foram 3 mil pessoas em setor que poderia abrigar cerca de 10 mil torcedores.

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