O Bahia deve ir para cima do “corinthia”

As coisas do mundo acontecem com certa regularidade e repetição, porém a história mostra que existem farsas por trás de muitas mudanças. Outra coisa diferente é o futebol de Fahel com sua regularidade impressionante. Certamente, eu não o escalaria para o baba de sábado e colocaria Feijão, mas para minha surpresa Fahel, sempre pela sua regularidade, consegue o “bicho” para os seus colegas numa jogada de cruzamento na área. Fico feliz de que Charles tenha colocado Fahel em campo, todavia gostaria de ver o Bahia com mais jogadores da base. Por que não experimentar Feijão e Fahel juntos? Os jogadores da base do Bahia são diferenciados e merecem atenção do treinador.

O Bahia que jogou contra o Goíás podia ter saído com mais um empate se não fosse Fahel, é verdade, mas, o tricolor, vem apresentando alguma evolução. Marcos Aurélio é um ótimo jogador e bate bem na bola, essa habilidade do jogador junto com o poder de finalização de Fahel e Kieza nos cruzamentos na área podem redundar em muitos gols para o Bahia. A repetição dessas jogadas dependem também do meio de campo do Bahia se aproximar da área como fez no 1ª tempo de jogo em que criou boas oportunidades e podia sair até com um placar mais favorável, pelo menos com 2 gols de vantagem.

Quanto ao segundo-tempo de jogo eu não tenho muito o que dizer quanto ao que estamos acostumados a assistir quando o time cansa. O Goiás dessa vez foi quem tomou a iniciativa do jogo e anulou o ataque tricolor. Veio o sufoco com o Goiás muito perto de empatar a partida pelo menos duas vezes, enquanto o criticado Lomba salvada o tricolor debaixo da trave. Esse cansaço do Bahia é natural, o que não pode o tricolor se acostumar é aceitar com passividade a frequência dos ataques à sua área. Não nos encontramos com um contra-ataque eficiente, a bola voltava sempre para o ataque do Goiás, isso o que estamos acostumados a ver.

As mudanças no Bahia precisam continuar a acontecer, o contra-ataque melhorar e os laterais também jogarem com mais atenção, precisamente Guilherme, este parece com Roberto Carlos quando levanta o short para mostrar a musculatura da perna, mas não tem a perfeição nos cruzamentos de Roberto e ás vezes parece querer entregar o ouro ao bandido. Acredito que as mudanças para melhor continuarão e o que deve ser repetido melhorar a constância com que acontecem. O “corintia” que se cuide!

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