Bater e Correr – CSA 4×1 Quase Bahia

Feliz 2014, Nação Tricolor! Quem estava com saudade de ver o Nosso Bahia em campo? Bem, eu continuo com saudades e ainda não vi o Nosso Bahia em campo, mas…

Assisti o jogo no Shopping Paralela e já decidi que a culpa foi daquele local azarado. Eu, assim como todo torcedor do Maior do Norte-Nordeste, esperei ansioso para ver o time de Marquinhos Santos. Porém, parece que apesar da virada do ano, alguns fantasmas do passado ainda nos assombram.

Se no ano passado começamos vencendo o campeão sergipano, esse ano levamos uma boa sapecada do alagoanos. O Dalmo descreveu a partida no outro post, então vou falar apenas de outros pontos. Achei que a estratégia do CSA foi muito interessante. Bater e Correr, como no filme de Jackie Chan. Os caras desceram o sarrafo e correram como quem foge da prisão no primeiro tempo. Depois cansaram e ficaram só batendo, até o golpe fatal que colocou o time baiano de 4.

Ficou evidente que Rafael “GRadiador”, nem de longe é o centroavante que precisamos e muito menos um guerreiro com gládios em punho.

Aos admiradores de Talisca (incluindo meu irmão Vinicius), continuo achando que essa “promessa” do Bahia será apenas uma “promessa vaga”, por mais alguns anos.

A lateral direita continua sendo um problema crônico do Tricolor. Galhardo era a esperança, mas pelo jeito é capaz de voltar Madson contra o Santinha…

E Fahel continua sendo necessário. Incrível, mas o volante foi fundamental pra não tomarmos uma porrada ainda maior. Diego Felipe (esperei demais desse) foi uma lástima.

Contudo, apesar do resultado elástico, consegui enxergar coisas boas no 1º time goleado do dia. Como diria meu pai: fazer das pequenas coisas ruins, grandes coisas maravilhosas…

Branquinho é um bom nome pro banco de reservas. Apesar de lento, enxerga bem o jogo. Rhaynner (que nome fresco da porra!) é um William Barbio melhorado. Rafinha estreou bem, com gol, mas erra muito o penúltimo passe. E dentro de campo, para por aí…

Bora Baêa Minha Porra! Numa tarde de goleada a única coisa pra comemorar foi a entrevista do novo técnico Tricolor. Quando perguntado se o time não perdeu por tentar encarar o CSA de igual pra igual, mesmo os alagoanos estando bem mais preparado fisicamente, ele falou exatamente o que sempre quis ouvir: “O Bahia é time grande e tem de ir pra cima de qualquer um, seja o CSA ou Barcelona.”

Marquinhos Santos ainda enxergou o óbvio. Tirou os três jogadores que estavam terríveis na partida (Rafael, Diego e Talisca) e colocou o time pra cima, sacando por último um volante e colocando Rafinha. Creio que se tivesse mais uma substituição MADson teria entrado no lugar de Galhardo, que estreou muito mal.

Perdemos feio, mas como falou o novo “professor” do Bahia: “não estamos nos preparando para o jogo de estreia contra o CSA e sim para uma temporada inteira”.

Que venham os gringos, Pitonni, Maxi e até quem sabe, o Bahia traga Pinto para jogar enfiado na defesa adversária.

Agora uma música pra galera relaxar. Já que o nosso time não nos deu alegria, que possamos rir com o dos outros… 😉

AMÉRICA AMÉRICA AMÉRICA

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