O Orgulho de ser Rubro-Negro.

Antes de mais nada quero me manisfestar contra essa preocupação dos rivais quanto a administração rubro-negra. Querer denegrir a administração do Vitória por conta de um momento turbulento lá pelas bandas de Itinga chega a beirar o ridículo, mas vou encarar como uma tentativa desesperada de desvio de foco….

Sim, vou discutir o que é profissionalização, começando com uma definição bem simplória e básica: “Executar com técnica, criatividade e excelência um determinado trabalho planificado, dentro dos padrões universalmente aceitáveis.”

E isto que esta sendo feito dentro da administração do Vitória. É uma das administrações das mais puritanas que existem? Lógico que não, inclusive também tem seus problemas, que não são pequenos, mas, com certeza são sanáveis  a médio/longo prazo.

Sei que carecemos de um título de expressão e sei mais ainda que isto ficou muito difícil, por conta do disparate entre os orçamentos do sul/sudeste e o nosso. Essa diferença é gritante, mas pode-se sim, com um orçamento limitado e MUITO comprometimento, se fazer um time competitivo e o que é melhor, se pensar no futuro.

Alex Portela tem este pensamento. Quando estávamos no porão do futebol brasileiro e ele assumira a presidência o clube estava “quebrado”. Devia a Deus e ao  mundo. E isto a “apenas” 8 anos. O final da era PC realmente fora muito turbulenta, mas extremante positiva. Fomos parar no porão, mas estávamos acompanhados e o que fora melhor aconteceu: saímos de lá logo, mas deixamos o estado representado. 

Ficar aqui procurando quem subiu ou desceu seria, no mínimo, infantil. Vamos voltar ao tema.

Dizer que um time falido, exemplo negativo de gestão em todo o planeta seria uma referência para o Vitória, aí, caro Dinensen, tenho que dar a mão a palmatória: você surtou.

Um time que não paga a nada nem a ninguém, que não consegue assinar contratos de patrocínio por não possuir certidões, que a base tem um ano sem tomar leite no café da manhã, que na véspera de uma decisão não tem janta para os jogadores, que promovem uma algazarra em retaliação, que perde jogador por falta de pagamento de contribuições previdenciárias e/ou FGTS só para citar algumas “pérolas” querer se dizer grande, realmente, é abusar da sabedoria alheia.

Sei que daqui à pouco surgirão os argumentos de sempre: o Barradão foi doado pelo governo – o que já expliquei que não fora verdade, se doou o terreno e a terraplanagem e lembrem-se que o governo doou um terreno ao time de vocês onde hoje se encontra o Shopping Iguatemi. Se vocês preferiram permutar por Itinga, paciência. Há, também estou esperando o grito sobre a duas estrelas. Nunca me furtei sobre este assunto. Parabéns por elas…

Dinensen, sério, acho que você devia se preocupar um pouco menos com meu time e ir curtir essa momentânea boa participação no brasileiro.

Grande abraço,

SRN.

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