No BaBa(FS), tudo igual. Que venha o BAvice!

Eu queria começar a resenha de hoje usando uma máxima do futebol, que o técnico do Bahia não dá a mínima: time que está ganhando, não se muda, Porra!

Domingo, 31 de março de 2013, Bahia em campo em pleno aniversário de 60 do meu pai, contra o último colocado do outro grupo, e o que esperar? Show de bola do Bahia como presente para um dos maiores Tricolores que conheço. Porém, ao invés de presente, tivemos foi uma surpresa. Nosso treinador resolveu mudar o time que havia vencido a Juazeirense no último jogo. Ao invés do “corajoso” esquema com dois volantes e dois meias, Jorginho volta ao esquema de três volantes. Continuando as mudanças, trás de volta Danny Moraes para o lugar de Demerson (algo pedido pelos Tricolores) e logo de cara, dá a braçadeira de capitão para o zagueiro. No início do ano, na Copa do Nordeste, critiquei a maluquice do rodízio de jogadores. Deu a merda que deu. Agora, como o rodízio de jogadores falhou, Jorginho inventou o Rodízio de Capitães. Isso é de uma idiotice ainda maior que a outra. O capitão de uma equipe é um jogador escolhido para liderar o time em campo. E hoje, o Bahia perdeu essa liderança, afinal, ninguém sabe quem será o próximo líder.

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