A culpa (não) é de Alexi Portela

Nesta província lambuzada de dendê e de oportunismo, cultiva-se, desde priscas eras, o péssimo hábito de se transferir responsabilidades.

Aqui, quando se vislumbra qualquer possibilidade de desacerto, saca-se logo do coldre um habeas corpus preventivo, convocando uma entidade etéria chamada O Rapaz, na qual despejamos todas as culpas. “É porque O rapaz que ficou de trazer o material não apareceu e aí não foi possível resolver o problema”.

Porém, por incrível que pareça, ainda existe outra atitude ainda mais deplorável. Colocar a culpa nos subalternos. Aquela velha teoria da conspiração contra os mordomos de plantão.

E o nosso mordomo, conforme é de conhecimento do Norte e Nordeste de Amaralina, é Alexi Portela. Sim, minha comadre, ele mesmo.

Afinal, nestas gestões em que Alexi se arrasta como presidente do Vitória, ele pode ser acusada de tudo – menos de mandar no Clube. Nestes poucos mais de cinco anos, há apenas a reprodução do que é ditado por Bocão.

Portanto, amigo de infortúnio, se você quiser colocar a culpa em alguém, não bote no mordomo, digo no presidente, mas sim em quem efetivamente manda no Vitória, o referido radialista.

Contudo, a esta altura do campeonato, não é hora de buscar culpados. É o momento de olhar em frente e continuarmos a luta por mais democracia, transparência e profissionalismo, pois estes serão os pilares que nos farão esquecer os bodes expiatórios de plantão. Afinal, a responsabilidade para a construção de um Clube forte e que respeite o torcedor é de todos nós.

Franciel Cruz

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