Toninho Cerezo pode “cair” domingo

Com a pior campanha dos últimos 10 anos, o Vitória realizou, na primeira fase do 1º turno do Campeonato Baiano, uma campanha muito abaixo daquilo que a torcida esperava e no próximo domingo, contra o Atlético-BA, corre o risco de sair do G4 para entrar na tradicional “crise” que pode culminar com a queda do técnico Toninho Cerezo, que tem sido alvo de críticas da parte “agoniada” da torcida rubro-negra. A Tribuna da Bahia desta sexta-feira, conta um pouco desta história. Confira.


Acostumados a ver o rubro-negro liderando o Estadual e os adversários correndo atrás, os torcedores estão convivendo com uma outra realidade: o time lutando, tropeçando para permanecer no G-4, o grupo de classificação para a segunda fase, as semifinais. Com tantos erros e derrotas, o que se especula no CT da Toca do Leão é que se o Vitória perder o jogo para o Atlético de Alagoinhas no próximo domingo, no Barradão, o técnico Toninho Cerezo, apontado como principal responsável pela campanha instável da equipe, deve ser substituído. Uma derrota para o 5º colocado derruba o rubro-negro do G-4 e Cerezo do seu cargo.

Para esta partida com caráter de decisão, o treinador não vai contar com o zagueiro Victor Ramos e o lateral-esquerdo Mansur, que foram expulsos contra o Serrano. Léo deve jogar na lateral esquerda e Dankler na zaga, ao lado de Gabriel Paulista.

Mas existe ainda a possibilidade da estreia do zagueiro Rodrigo, ex-Internacional, já à disposição do treinador para esta partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Baiano. Com a promessa de utilizar o Estadual como fonte de preparação para o objetivo maior da temporada que é o acesso à 1ª Divisão, o Vitória não tem passado muito otimismo para a torcida em relação ao futuro da equipe no ano.

E isso tem se refletido nos jogos dentro do Estádio Manuel Barradas. No último fim de semana, mesmo com o triunfo sobre o Serrano, por 3×0, a equipe saiu vaiada de campo, pois não conseguiu convencer a torcida que tem um bom futebol, capaz de lutar pela conquista do título.

O time é limitado, os reforços prometidos pelo presidente Alexi Portela não chegaram a 10, e o foco dos protestos é o técnico Toninho Cerezo, acusado de mudar muito a equipe e não ter um padrão de jogo. Cerezo chegou em janeiro a Salvador por ser um nome que a torcida se identifica pela campanha no Campeonato Brasileiro de 99.

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