Decifrando o enigma do futebol baiano

Conforme os fundamentos da matemática moderna, a Cidade de São Salvador, fundada em 1549, completou exatos 462 anos no inolvidável 29 de Março, conhecido também como ontem. Óbvio que tal efeméride não vai alterar os destinos da humanidade, porém, há uma regra universal que reza o seguinte: “o retorno à impoluta tribuna impedimestística, depois de uma longa e injustificável ausência, deve ser feito mediante o uso de um gancho jornalístico”. E ele, o gancho, mesmo atrasado, apareceu para me salvar agora, com o aniversário da velhaca província.

Assim, neste importante momento da Bahia, pretendo decifrar um enigma que atordoa a nação. Qual seja: Por que diabos o campeonato baiano é tão malamanhado e contraditório?

Vocês, que estão com a visão obnubilada (recebam, hereges) por bobagens tipo Libertadores da América, talvez não saibam, mas na competição organizada (?) pela Federação Bahiana de Futebol ocorrem coisas inacreditáveis.

Exemplos? Vamos lá.

Antes, porém, vale informar que o Troféu Dendê/2001 começou a ser disputado por 12 clubes há mais de dois meses, exatamente no dia 16 de janeiro. E, logo na primeira partida, o Vitória tomou uma bordoada no Barradão do poderoso Colo-Colo de Ilhéus, time que em 2006 sagrou-se campeão dentro da casa do Rubro-Negro, quebrando uma hegemonia de 39 títulos seguidos da dupla Ba x Vi. (Fora a equipe da terra de Gabriela, Cravo e Canela, o último time do interior que conseguiu tal proeza foi o Fluminense de Feira, em 1969).

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