E.C Vitória: O retorno de Paulo Carneiro

Paulo CarneiroA matéria é da Tribuna da Bahia, publicada na edição desta terça-feira, ás alegações e o suposto direito, são do ex-presidente rubro-negro, Paulo Roberto de Souza Carneiro, já o assunto, é de interesse da torcida cabisbaixa do futebol baiano neste momento. As informações dão conta, que erros administrativos cometido no processo de expulsão do conselho rubro-negro, garante a participação do ex-presidente na reunião do próximo dia 17 de dezembro, que irá referendar a reeleição de Alex Portela Júnior. Confira.

O polêmico ex-presidente do Vitória diz que não precisou recorrer à Justiça para recuperar algo que nunca perdeu: sua condição de membro nato do Conselho Deliberativo do Esporte Clube Vitória.

O dirigente diz que uma sucessão de erros administrativos cometidos nas reuniões que culminaram com a sua expulsão torna “sem efeito” a decisão do Conselho e lhe dá direito de participar da reunião da próxima sexta-feira, dia 17 de dezembro, para a reeleição de Alex Portela Júnior para o próximo triênio.

Com apenas um voto contrário, do ex-conselheiro Eduardo Morais, entre os 160 membros presentes, o Conselho Deliberativo do Vitória aprovou a recomendação do conselho de Ética para expulsar Paulo Roberto de Souza Carneiro, na reunião de 1º de março deste ano.

O dirigente foi expulso sob a acusação de ter ferido os estatutos do clube ao faltar a três sessões seguidas do Conselho, ter proposto ação judicial contra o Vitória alegando dívidas trabalhistas de R$ 10 milhões, ter se referido a dirigentes do clube de forma ofensiva e ter aceitado cargo diretivo no rival Bahia.

Mas, na prática, Paulo Carneiro tem uma outra versão, apoiada em informações, que lhe garantem pleno direito ao cargo de membro nato do Conselho Deliberativo do Vitória.

Além da sua condição de ex-presidente, Paulo garante que houve uma sucessão de erros na tramitação do processo que tornam nulas as decisões.

O ex-presidente do Vitória publica hoje, no seu blog no site futebolbaiano.net, todos os motivos, que, na sua visão e dos seus advogados, lhe dão pleno direito do cargo de conselheiro na reunião de sexta-feira.

Entre eles, de que o Conselho de Ética tinha obrigação de atender o voto de Eduardo Moraes e proceder a diligência para apuração dos fatos, o que não foi feito pelo Conselho Deliberativo, e o mais incrédulo: “Eles não foram capazes de registrar a Ata da Assembléia no livro de reuniões, o que torna nulas todas e quaisquer decisões tomadas pelo Conselho Deliberativo”, disse o dirigente à reportagem da Tribuna da Bahia, ressaltando:

“Não estou voltando, porque nunca saí, e nem sou candidato à eleição. Mas vou à reunião de sexta-feira e eles vão ter que me ouvir”, disse Paulo Carneiro.

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