Bahia acredita na redução da pena de Renê

Depois da punição imposta pelo STJD com um ano de suspensão, o departamento jurídico e toda a diretoria do Bahia estão empenhados em reduzir ao máximo a pena do goleiro Renê. O advogado Paulo Rubens, que esteve no julgamento no Rio de Janeiro, está confiante no caso.

“Vamos tentar efeito suspensivo. Respeito a decisão da Segunda Comissão Disciplinar, mas a defesa do Bahia está confiante de que esse entendimento diverge do entendimento do Pleno do Tribunal. Tivemos uma série de julgamentos anteriores em que a pena foi infinitamente menor”, disse.

O tricolor se baseia em julgamentos anteriores para apostar no retorno de Renê o mais rápido possível. Também medicados, fora do clube, com um remédio para combater a dor de cabeça, os zagueiros Cláudio Luiz e Ailson, à época no Brasiliense, foram suspensos por 60 dias e depois tiveram a pena convertida para prestações de serviços sociais.

Há também o caso Jobson. O atacante do Botafogo revelou ser usuário de crack, foi suspenso em primeira instância por dois anos e depois a suspensão caiu para seis meses. Atualmente, o jogador está em plena atividade na Série A.

Neste ano, no Campeonato Gaúcho, o zagueiro Leandro Cassel, do Avenida, foi punido em 60 dias também por uso de medicamento sem o conhecimento do clube e que continha substância proibida pela Agência Mundial Antidoping.

Em sua conta pessoal no Twitter, o goleiro revelou estar passando por um dos piores momentos de sua carreira e agradeceu o apoio do torcedor. “Me desculpem, familiares, amigos e torcedores, por tudo e pelo silêncio nesse momento e obrigado pelo apoio. Só peço que entendam o meu sofrimento e meu silêncio. Vocês são demais, me ajudaram e muito”, escreveu.

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