A paciência acabou!

Mais um vacilo do Bahia em Pituaçú e , principalmente, a falta de qualidade do futebol apresentado culminaram na perda da paciência da torcida tricolor com a atual gestão do clube. O presidente Marcelo Guimarães assumiu a presidência com um típico “discurso político”, baseado em promessas até então não cumpridas.

Por várias vezes, Marcelinho manteve uma postura de alguém que definitivamente não entende de futebol, e mais… não deve compreender a importância da história desse clube, que não pode jamais passar pela situação que vem vivenciando. Sempre omisso e sumido nos resultados negativos e cheio de oportunismo para aproveitar os momentos de triunfos para tentar se promover, como se realmente se preocupasse com o Bahia. E não é nem que se duvide da sua preocupação com o clube, mas porque o seu comportamento amador demonstra que ele não se preocupa com nada além da sua carreira política.

A torcida do Bahia teve muita paciência e até acreditou que algo pudesse mudar. Mas em pouco mais de um ano e meio, o Bahia não dá perspectiva de que nada possa mudar. O tricolor seguiu cometendo erros inaceitáveis para um clube grande, aos poucos vai se enrolando contra times realmente muito inferiores e desmascarando a fraca qualidade futebolística que possui. O Bahia perdeu o respeito e a vergonha de si e de sua torcida. Ninguém o respeita mais, nem seus jogadores respeitam a história desse clube. Ver Rogerinho menosprezar a torcida tricolor é o retrato do atual momento que o clube vive. A maioria desses jogadores não estão nem ai para o Bahia, não dão o sangue pelo time e nem tem vergonha na cara. Sabem que hoje estão aqui e amanhã poderão não estar.

Não dá mais para assumirmos essa postura de passividade diante da dominação desses dirigentes incompetentes e sem qualquer capacidade de gerir o clube. Precisamos nos organizar e cobrar uma oposição mais consolidada, forte e atuante. Chega de promessas de voto direto, chega de ilusão… estão acabando o Bahia e vão sugar até a última gota de energia que ainda nos restam. Tá na hora de gritar “CHEGA”. Precisamos dessa postura. CHEGA!

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