Fonte Nova começa a ser demolida

O alvará de demolição do estádio da Fonte Nova foi entregue em 27 de maio ao Governo do Estado. O documento, liberado pela Prefeitura Municipal, era o único que faltava para dar andamento às obras de construção da Arena Fonte Nova. A primeira etapa da demolição do saudoso estádio principalmente para o torcedor do Bahia, foi iniciada nessa segunda-feira com a demolição de parte do estádio.

A princípio, os vestiários, o anel inferior, as piscinas e o Ginásio Antonio Balbino serão os primeiros setores demolidos para a reestruturação. Depois, outras áreas do estádio serão modificadas.

O processo de demolição durará dois meses e não demandará interdição de algumas ruas ao redor da Fonte Nova. Ao final das obras, a Fonte Nova terá capacidade para 50.433 pessoas com assentos cobertos, 70 camarotes, restaurante panorâmico e 1.978 vagas de estacionamento. As novas instalações estarão de acordo com as exigências da Fifa.

Para a remoção da antiga estrutura, foram contratadas duas empresas de grande porte que estão entre as melhores do ramo no ranking nacional e internacional: a Arcoenge e a Controlled Demolition, Inc, respectivamente. Com 30 anos de atuação no mercado brasileiro, a Arcoenge é especializada em implosões e demolições em área urbana, tendo realizado 72 implosões entre elas a do Carandiru (fase I e II), do edifício no Aeroporto de Congonhas, do edifício Rec Berrini em São Paulo, entre outras. Com sede em Phoenix (Maryland, EUA), a Controlled Demolition, Inc tem mais de 60 anos de experiência em demolições controladas, aproximadamente 7 mil trabalhos desse tipo realizados, entre eles sete estádios, e é considerada como uma das maiores empresas do ramo no mundo. A Arcoenge será responsável pela execução do trabalho e a CDI pela parte de consultoria e controle de qualidade.

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