Por que o Bahia merece ganhar o clássico domingo?

A vitória para o Bahia é a nossa substância maior. E ganhar sobre o Vitória simboliza já uma tendência histórica de superioridade do Bahia em clássicos contra o rival. Ganhar do rubro-negro é nossa festa maior, até o estádio do Vitória acabou se transformando em nosso “Barradisney” ao longo dos anos. Mas, o Vitória merece todo o nosso respeito por ser um grande vice-campeão baiano. Por isso, ser Bahia supõe essa promessa de ganhar do Vitória que se faz ao nascer, um ato de vontade substanciada ao vestir as cores azul, vermelha e branca, tradição de Bicampeão nacional domar leões.

A atitude pura e simples de ganhar do Vitória consagrou-se na Fonte Nova, e hoje no Barradisney, nosso segundo palco, onde imortaliza-se em nossas almas a condição de predestinados a maltratar os rubro-negros com triunfos cada vez mais inesquecíveis. Foram jogos e vitórias inesquecíveis do Bahia, como em 1976, num 2 x 1 para o Bahia, o Vitória abriu o placar em gol de penal e o árbitro expulsou o jogador do Bahia. Mas, o Bahia foi buscar o placar com um a menos. O estadual de 76 foi um dos maiores campeonatos baianos de todos o tempos, o Bahia tinha Baiaco, Fito e Douglas, além de Jésum, Perivaldo e Beijoca. Já o Vitória tinha o craque Osni, os argentinos Andrada, e o perigoso Fischer.

E em 1978, com o Fantástico da Rede Globo na voz do locutor expressando sua admiração para com os gols mais bonitos da rodada: Bahia 4 x 0 Vitória. Mas, foi em 1979, com um suado 1 x 0, que o Bahia foi Heptacampeão baiano. Gol de Fito que Gelson aceitou. Muitos chamam esse BaxVi como o do século. Zezé Moreira aposentava-se do futebol como técnico do Bahia aos 72 anos.

Com toda essa hitória quero mostrar essa tradição maravilhosa em ganhar BaxVis que vive na nossa cidade o maior clube da Bahia: o E.C.Bahia. Não poderá ser diferente domingo a confirmação de que o Bahia é o clube do povo da Bahia como disse o nosso Capetinha, numa estrevista ao Correio, falando da diferença entre jogar no Bahia e Vitória: “A diferença pro Vitória é que a cobrança aqui é maior. Parece que todo mundo é Bahia. Todo lugar que eu vou, o pessoal cobra”, disse o meia. Ainda um fato curioso aconteceu com o Captinha Edílson numa loja de conveniência, disse ele ao repórter Eduardo Rocha. Edílson disse que ao parar num posto de conveniência e pedir um refrigerante, levou a reprimenda da atendente – “Tome água pra não engordar. Tem Bavi domingo”. É amigo, marcação cerrada! Existe um grande time na cidade. Este time é o Bahia domador de leões, amigo Santana, Baêa retado também!

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