Parceria OAS/Odebrecht, Arena Brasil e E.C.Bahia quase certas

Nova FONTE NOVAAlguns se perguntam: E o convite que o Bahia recebeu da Arena Brasil, o grupo holandês do Amsterdan Arena, para em parceria gerenciar a Fonte Nova? Nunca esteve tão certo que o Bahia é parte fundamental depois que o consórcio OAS/Odebrecht for anunciado vencedor depois de cumprido as exigências legais. A OAS/Odebrecht não quis comentar sobre outras parcerias para gerir o negócio, contudo está claro depois que o E.C.Bahia recebeu o convite da Arena Brasil que o consórcio vencedor terá a Arena Brasil como parceiro, isto porque é exigência do governo que o vencedor tenha capacidade técnica para administrar o empreendimento em contato com os clubes baianos. Confira matéria da Tribuna da Bahia de Rafahael Carneiro

As empresas que serão responsáveis pela demolição, construção e operação da Nova Fonte Nova estão definidas. O consórcio formado pela Odebrecht e OAS foi o único a apresentar os envelopes com as propostas técnica, econômica e o documento de habilitação à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) no evento realizado na manhã de ontem na sede do órgão. Agora, restam apenas os cumprimentos dos trâmites legais para que o anúncio oficial seja feito, o que deve acontecer até o dia 15 de dezembro.

Passada a cerimônia da entrega da documentação, uma comissão formada por arquitetos, especialistas em gestão de arenas entre outros profissionais, irá avaliar as propostas técnica e econômica apresentada pelo consórcio. Em seguida, será realizada a fase relativa à habilitação dos documentos das duas empresas.

O anúncio do consórcio Odebrecht/OAS não pode ser feito ainda por uma questão de formalidade. Uma licitação pode ser concluída sem vencedores, mas, neste caso, o governo acredita que não haverá imprevisto. “Não trabalhamos com esta hipótese (de as propostas não cumprirem todas as exigências). O consórcio é formado por empresas de grande porte e longa tradição em assuntos como estes”, comentou o secretário da Setre, Nilton Vasconcelos.

O secretário tem razão. As mesmas empresas, também em parceria, foram as responsáveis pela construção do Estádio João Havelange, o Engenhão, e participaram da reforma feita no Estádio do Maracanã para a disputa dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007.

As empresas não quiseram comentar o assunto nem informaram sobre a presença de outras parceiras no consórcio. “Mas é preciso que tenham. A proposta técnica diz que tem de ter uma empresa com capacidade de gerir o equipamento”, lembrou Vasconcelos.

Nesse ponto estaria o Arena Brasil, que esta semana convidou o Bahia para uma parceria em caso de vitória na licitação internacional. “Acredito que seja essa empresa sim. Até porque, como está no edital, cabe a quem vier a operar a Fonte Nova estabelecer entendimentos com os clubes baianos”, disse o secretário. O projeto inicial prevê o mínimo de 33 jogos anuais para que o estádio não gere prejuízos financeiros.

Com a realização desta etapa, a Bahia é o primeiro Estado a entrar na reta final para a construção do estádio para a Copa do Mundo de 2014. A demolição da Fonte Nova deve ser iniciada em março do próximo ano. Já a construção do estádio, segundo o secretário Nilton Vasconcelos, está prevista para acontecer entre os meses de junho e julho de 2010. “Agora é correr contra o tempo”, encerrou o secretário da Setre.

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