O fracasso político de Marcelo Guimarães Filho no Bahia

Meus caros,

Há muito tempo convivo com os cidadãos desse espaço democrático, estamos juntos para debatermos idéias e discordarmos neste espaço. Essa essência da democracia o blog realiza com muita exatidão, não deixando de fora ninguém que aqui chegue com espírito para debater idéias e crescer.

Posto isso, quero agradecer a todos os comentários, sem distinção de qualquer natureza. Quero muito bem aos colegas da internet e creio que muitos serão, outros já são, profissionais em sua esfera privada com sua sobrevivência garantida.

O fórum de debates e o blog, contudo, vão além disso. Esse espaço projeta o homem político, o ser-humano tendente a convencer e ser convencido. O espaço salutar do debate que engradece e fortalece nossas convicções nos lançando para o infinito.

Posto isso, quero deixar claro algumas posições:

1- O sentido moral do espaço político é o da promessa e a do perdão.

2- O outro sentido moral do espaço político é quando se promete e não se cumpre a promessa. Esse aspecto moral da promessa é notório quando temos as distinções entre os políticos sérios e os apoucados de espirito público.

Pois bem.

Marcelho Guimarães Filho traiu as suas promessas. Já é um político pouco sério. Não alimenta mais esperança de ninguém que ousou sonhar com um Bahia livre.

Foi, Marcelo Guimarçes Filho, um político incapaz de afirmar sua vontade de democracia no Bahia. O “homme de pelle”, segundo os franceses, representante do atraso, o fantoche. Alcunha que merece por sua targiversação em modernizar o clube.

E mais: Marcelo Guimarães Filho é o fracasso notoriamente como político, mas também um fracasso na sua administração.

Não foi um fracasso político e administrativo pelas suas promessas de o Bahia chegar à primeira divisão, mas por ter se comprometido com a democratização do clube como político e depois traído toda a nação tricolor.

Já Rui Cordeiro não se coloca na posição de garantir o Bahia na primeira divisão, compromete-se como político, homem politico, idealista, a democratizar o clube.

Não fracassou, Rui Cordeiro, nem traiu suas palavras, como também não se colocou, como Reub Celestino também não se colocou, numa posição de subserviência a Marcelo Guimarães Filho.

Rui Cordeiro não teve oportunidade alguma em legitimar a democracia de suas promessas, ao contrádio de MGF, que teve.

Rui Cordeiro tem independência, não está aqui por ser “filho de”. Homem economicamente bem situado não deve explicações para ninguém a não ser às leis desse país. Ao contrário de Marcelo Guimarães Filho que não tem qualquer independência, quiçá moral para democratizar o Bahia.

Portanto, meus caros, reflitam sem a contaminação odiosa da “Cidade Baixa” e seu espírito instrumental da política, consecução de meios/fins.

Marcelo Guimarães Filho fracassou; usando a “oposição” subserviente, que aceita isso tudo sem ter como respirar.

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