Vasco 2 x 1… Ditadura bota o Bahia na zona novamente!

Decretada a incapacidade absoluta dos dirigentes do Bahia! Decisão tomada pela Vara Especial para Clubes de Futebol cujos dirigentes são maiores que a desdita da própria personalidade do clube. A torcida do Bahia presente ao julgamento gritou como se fosse gol. Os dirigentes do Bahia foram retirados com capuzes para não serem vistos pela massa incontida que queria tirar dos seus antigos algozes alguma relíquia para guardar e mostrar para seu filhos, de modo que lembrou os alemães divididos em sua antiga capital, Berlim; onde o povo derrubou o muro.

 

Agora, o Bahia está sem dirigentes. A torcida se levanta e grita: “O Bahia é nosso, porra!”. Alguns simpatizantes dos dirigentes do tricolor baiano não se contentaram também em lágrimas de saudade e gritavam: “Maracajá vive! Marcelo Guimarães vive!”. A mídia baiana também chorava aplaudindo o espetáculo de suas torcidas que gritavam calorosamente. O radialista mais sincero ficou no canto dando uma gargalhada, dizendo para si mesmo: “eu criei esse evento e eles acreditaram”.

A gota d’água ainda diz os radialistas foi o campeonato da série “B”, quando os dirigentes agora incapacitados, desfenestrados do poder pela sua incompetência, contrataram nada menos que 5 preparados físicos e 5 técnicos. A imprensa sudestina no jogo que selou a queda do tricolor baiano para a série “C” destacou também a preguiça baiana como fator para dirigentes se perpetuarem no poder na Bahia, os mesmo dirigentes hoje incapacitados de comandar qualquer clube de futebol de várzea.

Depois de decretada a incapacidade absoluta dos dirigentes do Bahia, e a torcida livre do manicômio que se transformou a sala de audiências do imponente Tribunal de Clube desfenestrados pelos seus torcedores, alguns poucos torcedores pegaram as bandeiras que os loucos dirigentes e a torcida deixaram no chão, levaram para a casa para enxugar suas lágrimas e também guardar alguma lembrança de um clube que já fizera grandes campeões de futebol, natação, basquetebol, futsal…

 

A cidade de Salvador nunca tinha visto tanta mobilização social e empenho também de um Prefeito que alugava os espaços, poucos espaços de formação de atletas, para a grande ganância de imobiliárias que prometiam para a torcida do Bahia muitos campos de futebol de treino e o clube voltar a ser um grande campeão. Instalada perto do lugar onde foi parar a Tilbrás, em Arembepe, indústria química instalada perto da praia depois de nenhum outro lugar no mundo querê-la perto, fariam uma obra digna do espólio do Clube de Futebol que foi o Bahia; um novo Centro de Treinamento lindo, como diria o preguiçoso Caetano Veloso.

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