Bahia, colé teu negócio?

Há muito tempo tricolores acordam e vêem o nome do seu clube maltratado não só com seu time perdendo em campo, mas também com nomes de seus principais representantes envolvidos em crimes que vão de formação de quadrilha, fraudes, lavagem de dinheiro à corrupção. A história recente do Bahia desde que se juntou ao Banco de Daniel Dantas, depois a prisão do ex-presidente do Bahia, Marcelo Guimarães, na operação Jaleco Branco, parece parte de um processo mais amplo de “status” digno de página policial de jornais, e agora mais denúncias de favorecimento a empresário amigo de Marcelo Guimarães, pai do atual presidente do clube, numa contratação sem licitação pela Prefeitura de Salvador de uma empresa de segurança.

Somado a iniciativa de vasculhar a “lavanderia” que teria se tornado o Bahia com a junção com o Banco, a partir de investigações da Polícia Federal, e a venda de Daniel Alves, supostamente envolvendo fraudes; hoje, a torcida tricolor se pergunta: Por que querem se desfazer de seu patrimônio envolvendo sua Sede de Praia e o Fazendão? O que parece ser mais uma vez o Bahia vítima de figuras políticas conhecidas, nosso Prefeito e o Dep. Marcelo Guimarães Filho, que teve, o último, sua campanha financiada por empresa denunciada em fraudes em licitação e outros crimes.

Assim, o Bahia tem sua sede de praia desapropriada pelo Prefeito de Salvador; o Bahia ressarcido em títulos de mercado imobiliário, mercado imobiliário financiador da campanha do Prefeito, onde entrou na jogada o atual centro de treinamento do Bahia e o presidente do clube Marcelo Guimarães Filho, envolvido nas negociações da desapropriação, que teria contantos com empresários da OAS, cujo terreno do CT atual do Bahia interessaria a OAS.

Então, numa ação que envolveria o Fazendão, atual CT do Bahia e os títulos imobiliários ressarcidos pela Prefeitura, em troca teria o Bahia um CT em Camaçari negociado com o autal Presidente do Bahia em negociações com a OAS. É verdade, todas essas zonas na cidade de Salvador, a Sede de Praia do Bahia e o Fazendão, são terrenos cobiçadíssima depois de aprovado o novo Plano Gestor da Cidade. A torcida fica aturdida sem saber se terá mais alguma sede em Salvador no próximo ano.

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