O terreno tá pronto, e o Bahia tem brasão

Tá tudo muito louco! O time está uma lástima, perto da degola para a série “C”, perdendo seu patrimônio para um Prefeito ávido por transformar a orla de Salvador numa suntuosa “MIAMI BEACH”, imaginem…?! A “zona” toda de Miami, Las Vegas, o jogo liberado no Brasil, tudo conspira para a Bahia virar a zorra total… Mas, surgem oportunidades de negócio, isso eu não duvido. Enquanto isso… O meu velho Bahia vira uma oportunidade de negócio também. Afastado para Arembepe, o Bahia na terra dos hipies, sem patrimônio algum, curtindo o frio e a lua.

Meus caros, o destino do Bahia ainda está sendo escrito como há duzentos anos atrás. Apesar dos ares de novidade, novas oportunidades de negócios, o Bahia vai sendo administrado segundo uma distribuição de poder digna das capitanias hereditárias. Eu, que não sou “especialista” nem jornalitas, tenho uma visão menos totalitária do mundo, porque hoje o 4º poder é quem arbitra, quem designa e faz julgamentos. Quem diria?! Mas voltando ao Bahia… Papai não quer dividir o poder, então criam-se filtros e mais filtros, carência disso e daquilo. Afinal, quem manda é papai!

O Bahia das capitanias hereditárias segue o rumo para um novo futuro, segundo uns jovens sonhadores, talvez o de uma nova divisão de poder, onde o carro chefe seria uma administração sem relação com as quatro linhas de campo, uma administração para engradecimento do Bahia enquanto instituição, a corrigir falhas históricas e permitir a democracia com filtros, uma “democracia hereditária”. Está aí criado o monstro moderno do Bahia, a cara do seu futebol: bisonho.

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