Gil, realidade ou balão de ensaio

A dinâmica do futebol é impressionante, nem bem arrumamos as malas, pra sair de fininho, mesmo o torcedor, logo um fato novo aparece e nos instiga de novo a comentar ele. Pelo menos essa noticia, foi noticiada antes do Bahia ter tomado um pau do América, pra não ficar a impressão de que estão querendo nos enganar, massageando nossa depressão e nos estimular a terça-feira que vem (13) a voltarmos ao monumental do parque, Pituaçu. A possibilidade da contratação de Gil, ex Corinthians e seleção brasileira, melhor falar dos bons momentos, deixo a parte ruim para os detratores de plantão, pode ser a luz no fim do túnel de esperanças, para irmos alimentando gradualmente, após cada decepção, mas é assim mesmo, quem sabe, uma ora dessa os ômi acerta uma e a gente volta a sorrir.

Embora tenha caído de rendimento, digo, me referindo ao bom futebol do passado, o meia Gil, a princípio deve ser um jogador bem útil ao Bahia, diacho é acreditar que o jogador venha de fato, já que o Bahia nessa pendenga toda assusta alguns profissionais. Jogar no Bahia nesse estágio atrai mais os que por algum motivo precisam provar suas potencialidades ainda, os que já estão em mercado garantido, não querem se aventurar nesse revés baiano, comprando uma briga que não é sua, que mais das vezes acaba desvalorizando profissionais, depois dessas passagens abruptas e desastrosas, talvez não seja o caso de Gil, que foi para o Japão, perdeu o rumo de sua carreira e já não consegue produzir tudo que fazia em 1999 e 2000, quando brilhou no Corinthians. No Bahia, dando certo, abre-se a vitrine novamente, o contrário, vai parar lá na conconchina dos Judas ou nos escambaus de mussurunga.

Gil, mesmo não estando no auge da carreira aos 28 anos, idade ideal para as condições técnicas e atléticas do jogador de futebol, quando teoricamente estaria juntando a experiência adquirida e as boas condições atléticas, e isso é preocupante, ou seja, por que Gil não está produzindo tanto quanto seria o esperado nesse estágio da sua carreira? A essa pergunta, respostas prontas devem satisfazer apenas aos otimistas ou pessimistas, o fato é que não está, mas também é sabido que a carreira de atletas, seja ou não jogador de futebol, tem seus altos e baixos, as oportunidades vão e volta os que sabem melhor aproveitar, terminam se dando bem, outros menos afoitos preferem como, Leandro Bonfim, ficar trilhando de mão em mão, em Clubes mais consolidados, via até mais difícil, para o seu atual estágio técnico de poder reafirmar seu já desacreditado futebol.

Disse antes, é hora de aquietarem-se os dirigentes para não sair contratando múmias empurrada por empresários do futebol, ávidos por empregar seus pupilos mais desencantados, mas, acredito que Gil, salvo outras considerações que não conhecemos não se enquadra dentre as múmias que pensei. Vamos aguardar que a contratação anunciada por Jailson Baraúna, meu vizinho, da Rádio Transamérica FM, 100,1 MHz, seja, de fato verdadeira e não mais um balão de ensaio, como tantos outros já vividos por nós.

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