Tricolores e Rubro-Negros que se cuidem!

Faltam apenas cinco dias para a dupla BA x VI iniciar a caminhada rumo ao inédito titulo da Copa Brasil. E já está passando da hora de conhecer o primeiro adversário dos rivais que se distraem no Campeonato Baiano. O alagoano ASA é de Arapiraca, mas vai mandar o jogo dia 4 de março contra o Vitória no Rei Pelé, em Maceió, por punição da CBF. Já o Bahia terá que ir mesmo a Mossoró, a 287 km de Natal, encarar o Potiguar, no Nogueirão.

De acordo com o desempenho nos estaduais, mais dificuldade para o Leão. O ASA está na semifinal do primeiro turno do alagoano, enquanto o Potiguar é o quinto colocado do Rio Grande do Norte.

A baianidade nos dois times está fraca. O único que já jogou por aqui foi o volante Jota, do ASA que esteve no Bahia no inicio de 2006. Deu em confusão. “Vendemos 40% do passe dele para o Bahia em 2006 por R$ 60 mil e recebemos em troca três cheques sem fundos” reclama, até hoje, o supervisor Beto Oliveira. No ataque alagoano, atenção para Rodriguinho, autor de quatro gols no ano. Também no diminutivo, o Potiguar apresenta o atacante Helinho, 33 anos e nove gols no estadual e passagens pelo Ceará, América de Natal e CRB.

Em relação a investimentos, larga superioridade para os alagoanos. Com folha salarial de R$ 140 mil, o maior do estado, junto com o ASA. No Potiguar, um modesto gasto mensal de R$ 50 mil. O assessor do clube Sérgio Oliveira informou que a folha miúda é conseqüência do prejuízo de 2008. “Investimos na série C do ano passado e não passamos da primeira fase” explicou. O Nogueirão está liberado apenas para oito mil torcedores por conta da reforma. O Gramado não é um primor, está verdinho graças às chuvas recentes.

Para chegar à Copa Brasil, os adversários da dupla BaxVI traçaram caminhos parecidos no ano passado. O Potiguar venceu a Taça Cidade de Natal, correspondente ao primeiro turno do estadual e o ASA também faturou o primeiro turno do Campeonato Alagoano. Não pensem tricolores e rubro-negros, que terão alguma moleza. Com informações de Ângelo Paz e Miro Palma do Correio

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