Bahia gastará R$ 1,5 bi para ser subsede da Copa

A candidatura de Manaus chega a prometer R$ 6 bilhões, enquanto a de Recife fala na construção de um bairro inteiro, chamado ‘Cidade da Copa’. E Salvador, quanto estima investir para receber o Mundial em 2014?

No primeiro momento, o governo baiano preferiu não tocar no assunto. Mas, instado a se manifestar, admitiu o burburinho de que será R$ 1,5 bilhões. Ou até mesmo mais. Coordenador do Grupo de Trabalho local sobre o assunto, Fernando Schmidt diz que o que há de estipulado são as cifras para o novo estádio, em R$ 231 milhões.

“Queremos fazer no regime de concessão, então quase que inteiramente os gastos serão da iniciativa privada”, afirmou, para completar: “A medida em que se faça alguns outros equipamentos no entorno, sobretudo no que se refere a estacionamento , isso vai aumentar. As maiores quantias serão em infraestrutura. Mas tenha certeza que envolverão governos estadual, municipal e federal”.

Schmidt cita o caso da ampliação do aeroporto e da área portuária, exclusivamente com verbas de Brasília. E lembra sobre o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento da Mobilidade Urbana, o apelidado PAC da Copa, a ser implantado após o anúncio das 12 subsedes, em 20 março, na Suíça.

Outros investimentos previstos, “não necessariamente para o evento”, são de R$ 350 milhões da Via Expressa Baía de Todos-os- Santos e R$ 400 milhões do antigo Dois de Julho. “De repente, se você começar a somar tudo isso, um a um, junto com metrô etc, pode dar mesmoR$ 1,5 bi. E quem sabe até mesmo ultrapassar”, concluiu, otimista.

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