Ramon e Marcelo sim, Nonato não, diz candidato em chat

Caso seja eleito presidente, Marcelo Guimarães Filho admitiu interesse em contar com Marcelo Ramos no ataque do Bahia. Sobre a sondagem do Santa Cruz ao atacante, não titubeou. “Não vou ligar para conversar com ele hoje mesmo.” Ramon Menezes, meia dispensado pelo Vitória, também está nos planos. “Se ele vier é para ser titular. É um jogador que nos interessa”

Já Nonato, sétimo artilheiro da história do Bahia, que declarou na edição de ontem ao Correio o desejo de voltar, não faz parte dos planos. “Nonato já marcou a história do Bahia, mas precisamos de renovação e não é um nome que nos interessa.

O deputado também afirmou a possibilidade de fazer negócio envolvendo a sede de praia do clube, na Boca do Rio especialmente com o novo gabarito da orla. “Eu pretendo fazer um negócio com a sede de praia, que pode ser a venda ou permuta com Pituaçu. Tudo será feito de forma transparente, com a torcida e imprensa participando” . afirmou o deputado no chat do ibahia no dia de ontem.

Paulo Carneiro já estaria procurando reforços para o Bahia

Com a vitória do deputado federal Marcelo Guimarães Filho no pleito da próxima quinta-feira (11) pela presidência do Bahia dada como favas contadas, nos bastidores começam a surgir notícias de ações de que pelo menos um membro que deve compor sua diretoria já estaria na ativa. Mesmo sem confirmar que irá para o Tricolor, informações dão conta que o ex-presidente do Vitória, Paulo Carneiro, procurou o atacante Gilmar, revelado pelo Rubro-Negro e atualmente atuando pelo Náutico, na intenção de trazê-lo para o Bahia. Porém, o jogador avisou que tem contrato até 2011 e que deve ser difícil ser liberado.

Avaí interessado em Ávine

Notícias vindas de Florianópolis dão conta de o Avaí estaria interessado na contratação de quatro laterais, dois para cada lado, e um dos nomes especulados é de Ávine, do Bahia. Entretanto, os catarinenses não encontrarão facilidades para efetuar a negociação, já que o contrato de Ávine, renovado em maio desse ano, se encerra apenas no dia 31/12/2010, e o jogador foi um dos destaques do Tricolor na Série B. O diretor de futebol do Bahia, Ruy Aciolly, afirmou desconhecer o interesse. A saída ou não do lateral esquerdo será definida a partir da próxima sexta-feira (12), quando a nova diretoria toma posse no clube. ( Èder Ferrari/Bahia Noticias)

Situação nega irregularidade no conselho do tricolor

O site da Associação Bahia Livre contabilizou 41 possíveis indicações de Marcelo Guimarães: dez vizinhos, quatro funcionários, três sócios, um filho de sócio, 11 parentes, dez denunciados junto com ele na Operação Jaleco Branco – que identificou máfia nas licitações do Estado – e dois familiares do atual diretor de Futebol Ruy Accioly.

A ABL também apontou 16 supostamente indicados por Paulo Maracajá: quatro parentes, um funcionário do Bahia, o radialista Oldemar Seixas, a presidente da Fiel, Fátima, e seu marido, um funcionário do Tribunal de Contas, uma ex-empregada do Bahia e seis familiares de Petrônio, Raimundo Deiró (amigo) e Francisco Pernet (ex-presidente).

Maracajá não vê problema nisso. “Todos são sócios e torcedores do Bahia. Só porque são familiares não poderiam ser conselheiros?”, questionou.

Ruy Accioly também acha a prática natural: “São sócios do clube. É normal que coloquemos pessoas próximas da gente. Por exemplo, já fiquei sabendo que Fernando Jorge, se for eleito, vai colocar o sobrinho dele para trabalhar nas divisões de base”.

O dirigente garante que o Conselho está legal, indo de encontro à opinião do presidente da Ebal, Reub Celestino, que figura na lista. “Isso demonstra a irregularidade do Conselho. Eu nunca fui sócio, o que seria necessário”, disse ele, apontando ser este o motivo pelo qual ter resolvido não bater chapa.

Maracajá explica: “Marcelo Guimarães comprou o título de sócio e deu a ele, que foi eleito junto com os outros na chapa. É a mesma situação de Nelson Pelegrino (deputado do PT)”.

O conselheiro afirma que tudo não passa de choro da oposição. “Eles não podem reclamar, pois, na eleição do Conselho, montaram uma chapa com 19 pessoas. Não tivemos adversário”, finalizou.

Porém, o advogado Ademir Ismerim, que foi excluído da lista, achou outra polêmica. “Eu teria que estar. Fui eleito para a diretoria executiva, mas renunciei e deveria ter sido deslocado para o Conselho. Vou votar”, garantiu . Com informações de A Tarde

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