Bahia luta para pagar salários e 13º atrasados

Após três anos de muitas criticas e nenhum título, o presidente Petrônio Barradas busca dinheiro. A quatro dias do fim da gestão, a meta é pagar pelo menos uma parte dos salários atrasados. Quem deixou o clube viajou com cheques e promissórias. O último mês remunerado no fazendão foi setembro. O diretor financeiro, Marco Costa, viajou a São Paulo anteontem, onde tenta conseguir empréstimo para quitar a folha de outubro, novembro e dezembro, 13º salário e férias.

Só as remunerações de elenco custam R$350 mil por mês, sem falar nos demais funcionários do Fazendão. Multiplique-se isto por três e acrescente-se os valores proporcionais do décimo terceiro e das férias. A conta bate na casa dos milhões. Promessa de herança para o futuro presidente, a ser eleito na próxima quinta-feira, dia 11

O deputado Federal Marcelo Guimarães Filho, deve se inscrever amanhã para concorrer à presidência do Bahia. As eleições acontecem durante todo o dia na sede da Boca do Rio. O empresário Fernando Jorge é o único inscrito.

Já o empresário Rui Cordeiro espera que a Justiça conceda terça-feira registro para inscrever-se como candidato à presidência do Bahia. A eleição para sucessão de Petrônio Barradas

A candidatura do oposionista enfrenta problemas porque ele mandou cancelar o título de sócio patrimonial – obrigatório para os candidatos – “em momento de indignação com a atual situação”. Ele conta que a diretoria do clube não homologou a solicitação.

Segundo o empresário, o Bahia não tem respondido às suas consultas sobre se está ou não apto a candidatar-se, daí ter recorrido ontem à Justiça mediante ação cautelatória inominada patrocinada pelo advogado Ricardo Pombal Nunes. Com informações do Correio/Adaptado

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