Invasão no Fazendão desestabiliza elenco do Bahia

Um dia depois de sofrerem agressões de membros da organizada Terror Tricolor durante o treinamento, jogadores e comissão técnica do Bahia voltaram às atividades nesta quinta-feira. O atacante Galvão não compareceu ao Fazendão e não deu justificativa pela ausência.

O técnico Arturzinho comandou coletivo e deve definir a equipe somente momentos antes da partida contra o Fortaleza, neste sábado, às 16h10, no estádio Castelão. Nesta sexta-feira pela manhã, o elenco faz o último treinamento antes do jogo.

O meia Elias, com cansaço muscular, treinou separadamente e ainda pediu para não viajar para Fortaleza por estar abalado psicologicamente com a confusão que aconteceu no Fazendão.

O volante Fausto chegou atrasado ao treinamento porque estava providenciando a transferência de seu pai, que enfrenta problemas de saúde, para outro hospital. Mesmo assim, o jogador treinou no restante do tempo que esteve no centro de treinamento e confirmou que deseja atuar contra o Fortaleza.

A novidade no coletivo foi a participação do lateral-esquerdo Ávine no meio-de-campo, depois de livrar-se das dores no tornozelo. Emérson Cris também participou do coletivo e mostrou que está recuperado de uma lesão no calcanhar.

A equipe principal formou com: Darci; Fábio, Cléber Carioca, Rogério e Adílson; Luciano Ferreira, Emérson Cris, Ávine e Caio; Paulo Roberto e Jones.

Depois da invasão no Fazendão, o técnico Arturzinho ganha mais problemas para armar a equipe. “Minhas dúvidas ficaram no meio campo, com a decisão de Elias de não participar do jogo, e no ataque, com a ausência de Galvão. Vamos testar outras opções novamente no último treinamento antes da viagem”, declarou o técnico, em entrevista à Rádio Sociedade.

“Vamos conversar com os jogadores para que eles esqueçam isso e sejam capazes de buscar um bom resultado contra o Fortaleza”, disse Arturzinho, sobre o trabalho psicológico que terá que fazer com o grupo.

Antes do treino nesta quinta-feira, os três principais dirigentes da Torcida Bamor, maior organizada do Bahia, foram ao Fazendão repudiar o ato da outra facção do clube e manifestar o apoio aos jogadores e comissão técnica. Com informações do UOL

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