Vitória ainda deve 40 mil reais a família de Cleber

O meia Cléber, ex-Bahia e Vitória, morreu há pouco mais de três meses. Se não bastasse o sofrimento causado pela morte do jogador, a família dele ainda tem que brigar para receber o dinheiro de uma dívida. A denúncia é da viúva de Cléber, Marguit Frolich.

20 de dezembro de 2007. Dois meses depois de sofrer um acidente vascular cerebral, morre o meia Cléber, 31 anos, gaúcho, casado, pai de duas filhas pequenas: Luísa, 1 ano, e Vitória, quatro.

Após a morte do jogador, a mulher e as filhas voltaram a morar em Novo Hamburgo, cidade na grande Porto Alegre. Foi na capital gaúcha que o Bahia Esporte conversou com a viúva de Cléber.

O meia jogou o Campeonato Baiano de 2007 pelo Vitória. Tinha contrato até o final do ano passado, mas o clube rescindiu com o jogador ainda no primeiro semestre. Na época, foi fechado um acordo. A primeira parcela só foi paga em dezembro, quando Cléber já estava na UTI em estado gravíssimo.

Quando sofreu o AVC, Cléber já estava no Bahia. Segundo Marguit, a diretoria rubro-negra não gostou nada de ver o meia com a camisa do rival. Mesmo sem ter interesse no jogador, o clube teria tentado barrar a transferência.

Ela diz que o Vitória ainda deve 40 mil reais à família. O vice-presidente financeiro do Vitória, José Perdiz, não confirma o valor da dívida. O clube alega dificuldades financeiras para justificar a demora no pagamento. A mulher de Cléber prefere outra palavra para classificar a forma como o Vitória vem tratando a questão: descaso.

Apesar da indignação, Marguit diz que não vai entrar na justiça contra o clube. Ainda neste mês, a dívida do Vitória com a família de Cléber estará quitada. A palavra é do vice-presidente financeiro clube.Bahia Esporte

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