Evanilson confiante em substituir Apodi

Muitos criticavam seu jeito estabanado. Outros argumentavam da quantidade de expulsos a cada falta na lateral-direita. Quase todos na arquibancada deliravam com as arrancadas. Com a transferência de Apodi, ficou a saudade. Problema para Evanilson, aos 32 anos, solucionar.

“A cada clube que a gente passa, fica a expectativa de corresponder ao torcedor. É ele o termômetro se você está bem”, opina o ex-jogador do alemão Borussia Dortmund, onde atuou por cinco anos e foi ídolo. Informado das características do xodó rubro-negro, ele traça paralelos. “Meu estilo também é de apoiar para definir o lance. Forço a ida à linha de fundo antes de passar. Mas sem os dribles de Apodi”, brinca. Evanilson acredita até que o retorno ao futebol brasileiro ajuda a explorar esta virtude ofensiva. “Na Alemanha e na Europa, os times jovam mais em linha e você fica preso na marcação. Aqui é mais fácil chegar no ataque pela qualidade dos jogadores e cobertura no meio”, diferencia. Campeão pernambucano 2007 pelo Sport, treinador por Gallo, Evanilson pediu a rescisão contratual, em julho, por não se entender com Geninho. “Cada treinador tem seu sistema de jogo. Como Vadão me conhece e chego no início do trabalho, pretendo ser melhor aproveitado”, pontua o lateral da Seleção Brasileira em 1999 e 2000, com Vanderlei Luxemburgo.

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