Fonte Nova: Implosão é ação de alto risco

Já vi tudo, a politica partidária vai correr solta nesta questão ( como sempre) Quem ler essa matéria tem a firme sensação que o estado é administrado por um maluco, senão vejamos: Diz o presidente do Crea-ba a repórter Fernanda Chagas da necessidade de estudos criterioso para a implosão da Fonte Nova, faz ele um alerta ELEMENTAR e básico para este tipo de operação, seria o mesmo que avisar há um menino que é preciso arriar o short para fazer xixi. A ideia que passa , é que o governador vai simplesmente mandar jogar uma bomba na finada Fonte Nova e de longe observar com prazer e satisfação o pó subir, paciência minha gente, se não tem o que falar peça desculpas ao repórter e declinem do assunto.-

A presidência do Crea-Ba – Conselho de Engenharia e Arquitetura e Agronomia da Bahia, e técnicos de engenharia civil e arquitetura, embora classifiquem a implosão do cinqüentenário estádio da Fonte Nova seguro, advertem que para isso, é imprescindível um criterioso estudo técnico. Caso contrário, poderá colocar em risco mais uma vez a vida dos baianos. A implosão, sem rigorosas precauções, pode ocasionar danos irreparáveis para as edificações que ficam no entorno do estádio, a exemplo da Estação do Metrô, a 50 metros do local, com seus pilares encravados na própria ladeira da Fonte Nova. A decisão do governador Jaques Wagner foi tomada antes do resultado da análise final realizada por engenheiros e arquitetos, previsto para sair daqui a oito dias.

Na implosão, com relação ao metrô, o Crea lembra que na linha suspensa que parte exatamente da Fonte Nova em direção ao Vale do Bonocô, há todo um vão submerso que liga o estádio ao Campo da Pólvora, onde os efeitos da provável implosão poderiam ser ainda mais danosos. Para o presidente Jonas Dantas, o conselho entende que, por se tratar de uma obra de engenharia, a implosão deve vir acompanhada de um estudo técnico criterioso que avalie todos impactos envolvidos. “Sem esse laudo, que só pode ser feito por especialistas, seria temerário qualquer iniciativa”, disse Jonas Dantas.

O presidente da Associação Brasileira dos Engenheiros Civis (Abenc), secção Bahia, Enéas Cardoso de Almeida Filho, defende, antes de qualquer decisão precipitada, o resultado de um laudo técnico detalhado, feito por um engenheiro especializado na área de recuperação estrutural. “Hoje em dia se consegue fazer demolições totalmente seguras. No entanto, não tenho percebido análises por parte de especialistas, o que pode, sem dúvida, gerar sérios danos”, destacou Almeida Filho.

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