Bahia espera pelo menos 50 mil torcedores na Fonte Nova

O campeonato é de terceira, a partida não é decisiva, o adversário é um desconhecido e o horário das 15h30 (16h30 em Brasília) é um convite para ficar na praia. A bem da verdade, o próprio anfitrião não tem feito por merecer nenhum tipo de consideração por parte da sua torcida. Mesmo assim, 26 mil ingressos já haviam sido vendidos até as 17h desta quinta-feira para o jogo entre Bahia e Crac, na Fonte Nova, pela rodada inaugural do octogonal final da Série C.

Expectativa

A expectativa do técnico Arturzinho é a de que haja pelo menos 50 mil pessoas no estádio. “Essa torcida continua nos apoiando, mesmo nos momentos mais difíceis. O mínimo que podemos oferecer a ela é a classificação, e de forma folgada”, disse o treinador.

Favorito

O alívio pela classificação obtida aos 50min do segundo tempo da última rodada da terceira fase, no jogo contra o Fast, transformou-se em empolgação. E o Bahia, que apesar das dificuldades e do mau futebol, detém a melhor campanha do torneio, volta como favorito.

Eduardo

Depende do departamento médico a escalação do Bahia para a partida de amanhã, às 15h30, contra o Crac-GO, na Fonte Nova. O zagueiro Eduardo voltou a sentir o tornozelo direito no coletivo de ontem e provavelmente será vetado. Entra Cléber Carioca. No meio-de-campo, Elias ganha a vaga de Cléber, cujo rendimento ainda não convenceu.

Videoteipe

Arturzinho define o time após o trabalho tático desta manhã. O treinador já assistiu ao videoteipe de Ulbra 0x1 Crac, porém busca mais informações do adversário. “Não acredito que eles atuem sempre daquela forma. Sinceramente, acho muito difícil. Foi um jogo totalmente aberto. Os dois laterais no ataque, o meio subindo”, preveniu-se.

“Salvador da pátria”

No ataque, Moré vai ser mantido ao lado de Nonato, embora Charles tenha sido o “salvador da pátria” contra o Fast-AM. Alheio à disputa, o artilheiro da Série C com 14 gols quer aproveitar o reencontro com o clube goiano, contra o qual marcou os dois gols que botaram o Goiás na final do estadual 2005. “É sempre boa esta energia da arquibancada, um incentivo especial para a gente se esforçar ainda mais”.

Meio-de-campo

Inho assume ter começado mal. Não rendia como no Poções. Seu futebol mudara. O comportamento também. “No Bahia, voltei a ser profissional. Passei 2006 no Intermunicipal e, depois, quatro meses no Poções. A pressão era maior e tentei adaptar meu estilo. Foi um erro”, admite.

Alivio

Na Série C, são três assistências para gol. Todas a partir da terceira fase. Olha para trás com alívio. Sente a musculatura reforçada. O departamento médico não deve mais ser empecilho para se firmar no time, como nas duas chances anteriores. “O próprio treinador comentou que tenho uma característica única no elenco. Parto em velocidade com a bola e misturo técnica com movimentação” sintetiza Inho.

Encaixe

Arturzinho garantiu o meia na partida de amanhã, contra o Crac-GO, às 15h30. O mistério continua sobre quem vai ser o companheiro de criação. O equilíbrio no meio-de-campo, aliás, ainda preocupa. “É um problema de encaixe. Algumas características dos jogadores não combinam”, lamenta. “O ideal é somar virtudes: um marcador, alguém que organize, outro que passe melhor”, gesticula com as mãos diferentes formas de encaixe.

O Pronto

O coletivo de ontem, terminou com triunfo dos titulares por 2×0, gols de Nonato e Charles. Na parte final, por alguns instantes, Arturzinho testou três atacantes, como já fizera no Campeonato Baiano. Titulares: Márcio; Carlos Alberto, Alison, Eduardo (Cléber Carioca) e Adilson; Fausto (Rogério), Emerson Cris, Elias (Cléber) e Inho; Moré (Charles) e Nonato.Todos os jogos deste sábado pela série CClassificação antes da rodada
Correio da Bahia – Adaptado

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